Justiça uruguaia aponta mais de 30 envolvidos em investigação sobre comércio ilegal de armas e munições
A Justiça de Rivera avançou na Operação Ares com novas formalizações e condenações no âmbito da investigação sobre tráfico internacional e interno de armas de fogo e munições.
Dois adolescentes foram responsabilizados por infrações graves relacionadas ao tráfico e posse de armas. Foram determinadas medidas socioeducativas privativas de liberdade, com períodos de internação no INISA, além de regime de liberdade assistida, controle, apresentação policial e tarefas comunitárias.
Também houve condenações de adultos, com penas entre 12 meses e 2 anos e 6 meses de penitenciária. Em sua maioria, as medidas serão cumpridas em regime de liberdade vigiada. Os crimes incluem tráfico de armas, contrabando e porte ilegal.
A Justiça ainda determinou medidas cautelares, como prisão domiciliar total para um dos investigados e fixação de domicílio com proibição de saída do país para outro.
A decisão também ordenou o confisco de armas, munições, dinheiro e veículos, que passarão por perícia antes de serem destruídos ou destinados à Receita Geral.
Segundo as autoridades, a investigação é considerada a maior já realizada no país relacionada ao tráfico de armas em número de apreensões e pessoas envolvidas. O caso segue sob acompanhamento judicial.
Fonte | Pedro Olivera