Presidência reafirma compromisso com a legalidade, o decoro parlamentar e o foco nos interesses da comunidade santanense
O presidente da Câmara Municipal de Santana do Livramento, Felipe Torres, se manifestou oficialmente nesta quarta-feira (16) sobre os recentes acontecimentos envolvendo o vereador Júlio César Figueiredo Doze e o Poder Executivo do município. Em nota, Torres destacou a postura institucional da Casa diante da crise e reafirmou o compromisso com a estabilidade política e o bem coletivo.
A situação teve início após o ingresso de uma ação judicial por parte do Executivo, no mês de julho, solicitando o afastamento e a cassação do mandato do vereador. Desde então, segundo o presidente, a Câmara tem acompanhado com atenção os desdobramentos, respeitando os trâmites legais e mantendo uma posição de imparcialidade e responsabilidade.
Nos últimos dias, novas manifestações públicas feitas por Júlio Doze nas redes sociais geraram repercussão e preocupações institucionais. Felipe Torres ressaltou que todos os parlamentares, ao exercerem o mandato, representam a comunidade não apenas no plenário, mas também em suas falas públicas. Por isso, ele defendeu o respeito mútuo, o equilíbrio e a ética como pilares do exercício político.
“O atual cenário extrapola as fronteiras de uma discussão meramente política. Envolve aspectos pessoais e sensíveis, que precisam ser tratados com seriedade e responsabilidade”, pontuou o presidente.
Torres também reafirmou o papel do Legislativo como instituição mediadora, comprometida com o bom andamento dos trabalhos e com a manutenção do decoro. Segundo ele, a Câmara poderá adotar medidas legais e regimentais, caso a situação se agrave, sempre pautada na legislação e no Regimento Interno.
Ao final da nota, Felipe Torres destacou a importância de colocar um fim às disputas públicas e pessoais que envolvem agentes políticos da cidade.
“A comunidade espera, com razão, que seus representantes estejam focados em resolver os problemas da cidade e não em alimentar disputas pessoais e públicas que em nada contribuem para o bem coletivo”, afirmou.