No dia 16 de abril, a cidade de Rivera, no Uruguai, foi abalada pelo desaparecimento da jovem Cecillia Prieto, de apenas 24 anos. O horário exato do seu sumiço ainda não foi oficialmente divulgado, mas segundo relatos dos familiares e informações da polícia, a estudante saiu de casa nas primeiras horas da manhã, como de costume descartando-se a informação dela ter sumido a noite.

No entanto, seu trajeto foi abruptamente interrompido por um indivíduo, já identificado através das câmeras de monitoramento da região. Este homem, que se também foi identificado por imagens em uma bicicleta, cruzou o caminho de Cecillia e parece ter sido o último contato conhecido da jovem antes do seu desaparecimento.
As autoridades, diligentes em sua investigação, conseguiram rastrear o proprietário da bicicleta, o qual admitiu ter emprestado o veículo ao suposto assassino. Um avanço crucial na busca pela verdade.

Outro ponto de interesse surgiu quando o celular de Cecillia foi descoberto com um indivíduo que tentava vendê-lo, levantando mais suspeitas sobre o envolvimento desse indivíduo no desaparecimento da jovem.
Durante a prisão do suspeito, foram observados diversos arranhões em sua região do tórax e antebraços, sugerindo uma possível luta ou resistência por parte da vítima. No entanto, até o momento desta notícia, o indivíduo detido ainda não confessou o crime, embora todos os indícios apontem para ele como o autor do terrível ato.
A comunidade local permanece em choque e espera ansiosamente por respostas e justiça para Cecillia Prieto e sua família.